Ginasta com síndrome de Down supera barreiras e se torna inspiração

Ginasta com síndrome de Down quebra barreiras e é uma inspiração
Imagem: instagram/showtimewerner

Todos sabemos que o esperte é uma ferramenta muito poderosa para a inclusão social, porém, em alguns casos não há espaço para todos. Atletas com síndrome de Down têm dificuldades para conseguir patrocínios e vagas em competições, inclusive nos Jogos Paralímpicos, porém para a ginasta americana Chelsea Werner, 23 anos,  isso não foi verdade, ela é uma das poucas atletas com síndrome de Down que conseguiu destaque em campeonatos da modalidade – e sua história é inspiração para todos nós.

Chelsea nasceu na Califórnia (EUA) e para ajudar desenvolver-se começou a praticar ginástica artística aos 4 anos de idade. A ideia não era levá-la a competições, afinal, parecia impossível que a garota conseguisse chegar a níveis avançados.

Mas “impossível” nunca esteve no vocabulário de Chelsea ou de seus pais. Quando ela completou 8 anos, eles buscaram um bom técnico e a colocaram para treinar no Special Olympics, organização internacional criada para apoiar atletas deficientes. A menina era constantemente desafiada e, dessa forma, aprendia exercícios cada vez mais difíceis.

Em 2006, a organização cortou o programa de ginástica e os pais de Chelsea criaram a Chelsea’s Quest, uma ONG cujo objetivo era arrecadar fundos para que a jovem pudesse continuar no esporte. Na época, ela ficava em último lugar nos campeonatos, mas não tinha tanta noção de competitividade. Quando entendeu o que aquilo significava, seus treinos mudaram. “Ela percebeu que teria que trabalhar duro se quisesse conquistar medalhas”, disse o treinador Dawn Pombo ao site Today.

Chelsea passou a praticar 16 horas por semana e os resultados vieram rápido. Em 2012, ela participou do Campeonato Nacional de Ginástica da Special Olympics, conquistando o 1º lugar. No mesmo ano, foi convidada a ir para Londres, na Inglaterra, onde representaria seu país no primeiro Campeonato Mundial de Síndrome de Down. Voltou para casa com mais medalhas.

A jovem já atuou em comerciais, apareceu em programas de TV e foi convidada a ir em eventos como a Semana de Moda de Nova York, em 2016. No Instagram, Chelsea tem 134 mil seguidores e mostra ao mundo seu talento e potencial. A menina que mal conseguia ficar em pé na trave olímpica ganhou muita visibilidade – e prova que pode ir longe, independentemente de sua condição física.

Veja mais fotos e vídeos da atleta no instagram dela:  https://www.instagram.com/showtimewerner/

 

Fonte: https://www.refinery29.com

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Robert Downey Jr faz o sonho de menino com doença terminal tornar-se realidade

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O pequeno Aaron Hunter, de apenas oito anos, nasceu com síndrome de ROHHAD, uma síndrome rara, que faz as crianças ganharem mais peso e apresentarem dificuldades para respirar.

No começo deste ano, o garotinho gravou um vídeo pedindo para conhecer  Robert Downey Jr. , o Homem de Ferro, além de solicitar a ele ajuda para as instituições que oferecem suporte para outras crianças com a mesma doença que ele.

O vídeo viralizou e chegou até o ator, que realizou o sonho de Adam de se encontrar com seu super-herói favorito, além de fazer sua fundação começar a apoiar a instituição que auxilia pacientes com ROHHAD.
Fontes: Omelete/BBC

 

Menina nasce com o coração batendo fora do peito – ela precisa de uma operação para sobreviver!

Na cidade paquistanesa de Multan, a mãe de 22 anos Shaista Zahida entrou em trabalho de parto em um hospital do governo e,  após um parto normal nasceu uma linda e aparenetemente saudável menina.

Durante o parto não houve qualquer intercorrência,  todos os órgãos do bebê Laraib Zahid parecem estar funcionando perfeitamente, exceto por uma complicação drástica.

Depois do parto, os pais de Zahid ficaram chocados ao descobrir que o coração da pequena bebê estava fora de seu corpo.

A menina Zahid nasceu com ectopia cordis ou ectopia cardíaca (coração fora do tórax) é uma malformação congénita rara caracterizada pela localização do coração fora da cavidade torácica do recém-nascido. O coração pode estar localizado na superfície externa anterior (na frente) da cavidade torácica ou deslocado para a cervical ou para o abdómem, essa condição extremamente rara, o músculo cardíaco se  forma inexplicavelmente em parte ou totalmente fora do peito do bebê enquanto ele está no útero.

Em alguns casos, a criança tem problemas de saúde adicionais, mas Zahid parece estar em perfeitas condições, deixando os pais com uma situação difícil.

Ectopia cordis é tão incrivelmente raro que apenas cinco ou seis em cada um milhão de nascidos vivos em todo o mundo, apresentam essa condição.

Por conta dessa raridade os médicos no Paquistão não estão familiarizados com tal condição para realizarem a cirurgia que a bebê Zahid precisa para sobreviver.

Essa mal formação costuma levar à morte logo após o nascimento. Novas formas de tratamento têm sido desenvolvidas, contudo, a taxa de mortalidade ainda é alta.

A família tem esperança que Zahid consiga ser operada, mesmo que em outro país,  e que possa viver por muitoe e muiyos anos.

Fonte: Ndtv 

Após filho escrever em sua tarefa de casa que não tem amigos, pai de menino autista faz post emocionante. Confira

xcrisepai.jpg.pagespeed.ic.LlPrQqiDNvQuando Bob Cornelius foi buscar seu filho Christopher na escola, reparou em um trabalho de seu filho exposto em um mural da escola e o fotografou. A atividade era  que as crianças escrevessem sua comida preferida, programa de TV que mais gosta, melhor amigo (a). E Christopher, que é autista, deu uma resposta emocionante, que deixou o pai chocado.

Na questão “Alguns dos meus amigos são…”, o menino escreveu “ninguém”. O pai muito triste compartilhou a foto do trabalho em seu facebook.

Nunca cinco letras fizeram um corte tão profundo. E olha que elas nem sequer foram dirigidos a mim“, escreveu. E continuou: “É claro para mim que ele quer, desesperadamente, ser parte do grupo, mas seus desafios tornam difícil para os seus pares incluí-lo“, disse.

Na publicação, Bob ainda usa o exemplo do jogador de futebol do Estado da Flórida Travis Rudolph, que almoçou com um estudante autista que estava sozinho. A história viralizou e, hoje, o menino tem amigos na escola.

Bob questiona se o menino não teria permanecido sozinho se sua história não se tornasse viral na internet e se o jogador não tivesse dado o primeiro passo. “Onde estavam as outras crianças quando ele almoçava sozinho? Elas estavam ali atrás na foto, ignorando ele. E não é culpa delas. Isso é o pior”, disse.

O que mais emociona no texto escrito pelo pai é a parte que ele conta que Christopher pediu por uma festa do pijama para comemorar seu aniversário.

Ele pediu uma festa do pijama. Dissemos que sim! Ele já tinha visto várias vezes as festas dos irmãos. Mas não pudemos fazer porque não tínhamos os nomes dos amigos dele. Porque ele não tinha amigos. Nunca teve. E ele acaba de fazer 11 anos”, escreveu.

O objetivo de Bob com o pedido de compartilhamento de seu post é que os pais conversem com os seus filhos e os ensinem que “as crianças com necessidades especiais entendem muito o que acontece ao seu redor. Eles percebem quando são excluídos. Eles sabem quando são motivo de piada“, escreveu. Bob disse ainda que, se conseguisse fazer um pai ou uma mãe conversar com seu filho sobre diferenças, o texto já teria valido.

A boa parte da hisitória é que a história do Christopher teve um final feliz, o pai conseguiu o que ele queria.

Em uma atualização do post, que foi compartilhado mais de 42.500 vezes, Bob diz que Christopher vem recebendo inúmeras cartas e pacotes de presentes. E agradece a todos: “Obrigado pela graça e bondade de vocês! Apreciamos muito!”.

 

Fonte: Jornal Extra

Menino autista de 4 anos surpreende ao só falar inglês

Algumas crianças autista podem ao mesmo tempo apresentar dificuldades para as simples atividades do dia a dia, e supreendem os especialistas fazendo coisas que a ciência não consegue explicar.

Como no caso de Rafael,  um menino de quatro anos, de Santa Catarina,  diagnostiocado com autismo, que surpreendeu aos pais e médicos, quando começou a falar inglês, sem nunca ter estudado, como forma de se comunicar.

O "hiperfoco", ou seja, focar a atenção em uma determinada coisa por um longo período, é uma das característica da criança com autismo.

Rafael foi diagnoticado com autismo ainda pequeno, quando os pais perceberam que ele tinha um comportamento introspectivo e interagia socialmente. Desde então, eles passaram a fazer de tudo para estimular o desenvolvimento das habilidades de interação do menino.

A capacidade de nomear os números, as cores e os objetos em inglês surgiu depois que Rafael aprendeu a mexer em em tablet, onde teve contato com animações em inglês. O comportamento desenvolvido pelo pequeno tem explicação científica: para os pedagogos, o “hiperfoco”, que é uma das principais características do autismo, é a atenção focada em uma única coisa. Ou seja, o inglês chamou a atenção de Rafael e por isso ele resolveu dedicar toda a sua atenção para aquilo.

A comunicação é de importância fundamental para o desenvolvimento de qualquer criança. No caso do autismo, é preciso incentivar as formas de linguagem que são mais familiares e acessíveis para a criança.

Lucia Haertel, neurologista infantil, explicou ao R7 como funciona isso na prática. “A imagem chama muito a atenção da criança autista. Elas têm uma memória visual muito boa. Neste caso, a imagem associada à palavra em inglês fez com que ele memorizasse, e então ele criou realmente uma preferência pelo idioma“.

Porém, Lucia ressalta que tentar incentivar uma criança a falar a partir de uma língua estrangeira não é recomendado, pois isso restringe as possibilidades de comunicação, uma vez que não se trata de sua língua materna nem de seu convívio social e familiar.

De acordo com os especialistas no assunto, ainda com ressalvas e considerando o contexto de cada pequeno, a capacidade de interação de crianças com autismo pode ser incrementada a partir de estímulos visuais, já que elas naturalmente apresentam uma dificuldade de interação com outras pessoas. Como aconteceu no caso de Rafael, as imagens podem ser portas de entrada, mas não as únicas formas de interação.

Fonte: Cataquinha/R7

 

Como a rotina na escola ensinou Pedagoga com Síndrome de Down a ser mais flexível

Você sabia que 21 de março é comemorado o Dia Internacional da Síndrome de Down,? Aproveitando a data, o Viver Bem conversou com a pedagoga Laura Deorsola Xavier Negri sobre a sua rotina na sala de aula

A professora Laura Deorsola Xavier Negri, de 25 anos trabalha como assistente de sala de aula com crianças de dois a cinco  – e tem síndrome de Down.

 

A sala de aulas repleta de crianças pequenas é seu lugar favorito. Formada em pedagogia  há dois anos, a jovem sabia que queria seguir essa profissão ainda no colégio, quando cursava o magistério no ensino médio. Com isso, cursou pedagogia e, quatro anos depois, estava formada – e realizada.

“Eu gosto de ver eles crescendo, o desenvolvimento de cada um deles no dia a dia. Eles me ensinam tanto quanto eu os ensino. Eu aprendo com eles a ser mais flexível, porque eles são como uma caixinha de surpresas. Eu aprendo a ser alegre, porque eles gostam muito de brincar e aprendo também a ser mais sensível, porque cada um deles tem o jeito próprio”, relata a pedagoga, que trabalha como assistente de sala de aula, em um colégio de Curitiba, para crianças de dois a cinco anos.

O jeito único de cada aluno fez com que Laura adaptasse a forma de tratar os seus. “Alguns exigem mais atenção, enquanto outros precisam de liberdade para florescerem”,  diz.

“Tem aquelas crianças que são mais teimosas, outras que se dispersam muito fácil e a gente precisa chamar várias vezes pelo nome. Tem aluno que sente saudade da mãe e então a gente precisa falar: ‘lembra que a sua mãe vem depois do lanche?’, aí só depois ele se acalma”, relata a pedagoga sobre sua rotina diária na escola.

Para o futuro, Laura tem um plano desenhado: quer continuar trabalhando sempre em escolas, de preferência nas inclusivas, mas também naquelas abertas à todos, com deficiência ou sem. “Quero também fazer mais cursos, como o de Libras, que eu já estou no segundo módulo. Também gostaria de um dia dar aula de yoga e de preparo de alimentos”, diz.

Ao lado do trabalho na sala de aula, Laura aprendeu que o teatro a ajudaria a se soltar mais e, há dois anos, é atriz de palco e dos bastidores da Cia do Abração, em Curitiba. Todos os anos, participa de apresentações e, no momento, a equipe prepara os ensaios da próxima peça, que será voltada ao público infantil, com as histórias de príncipes e princesas.

“Temos uma professora nova que gosta de trabalharmos o espaço, a respiração, espírito e corpo. A gente se joga no chão, e é legal também. Aquele monte de loucura, as brincadeiras de carneiro e lobo”, relata.

Desde os nove anos, a pedagoga também pratica ballet e ao longo dos anos foi desenvolvendo o olhar para a fotografia.

“Mas eu amo de paixão trabalhar com crianças. Eu fico feliz quando elas me chamam: ‘profe, vem aqui contar essa história para mim’. Tem alguns alunos que não querem, e falam que o livro é deles. Então a gente ensina que tem que dividir, que é preciso compartilhar os brinquedos”, lembra Laura sobre os desafios da rotina.

Laura faz parte de uma geração que está fazendo a diferença na inclusão social no país. Ao lado dela está Débora Seabra, primeira professora com síndrome de Down do Brasil, que hoje trabalha como professora assistente de um colégio particular em São Paulo e comemora a carreira de 12 anos.

Por sua atuação em defesa da inclusão, Débora ganhou, em 2015, o prêmio Darcy Ribeiro de Educação, em Brasília. Ela foi a primeira pessoa com Down a receber essa menção honrosa, que é concedida anualmente pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. Elas merecem nossos aplausos por tanta dedicação.

 

Fonte: Gazeta do povo

 

Artes marciais para autismo?!

 

Pois é! Estudo recente da Universidade de Isfahan, no Irã, analisou os efeitos de 14 semanas de treinamento em técnicas de Kata sobre os comportamentos estereotipados de crianças com transtornos do espectro autista (ASD). O estudo incluiu 30 crianças com ASD com idades entre 5 a 16 anos. A amostra foi dividida em dois grupos, havendo um grupo realizado os exercícios (n = 15) e um grupo controle de não-exercício (n = 15).

Os participantes do grupo de exercícios recebeu instruções sobre as técnicas de Kata quatro vezes por semana durante 14 semanas (56 sessões). As estereotipias foram avaliadas no início (pré-intervenção), na semana 14 (pós-intervenção), e após um mês de acompanhamento nos dois grupos.

Os resultados mostraram que o treinamento em técnicas de Kata reduziu significativamente as estereotipias no grupo de exercícios. Após a participação no treinamento em técnicas de Kata, as estereotipias diminuíram em média 42,54% nos participantes. Curiosamente, após 30 dias sem realizar o treinamento, as estereotipias no grupo de exercício permaneceu reduzida significativamente em comparação com a época pré-intervenção. Os participantes do grupo controle não mostraram alterações significativas nas estereotipias.

Como sabemos, atividades físicas são importantes para todo mundo e as pessoas com autismo também se beneficiam disso. O site “Autismo na Rede” postou recentemente em seu blog um comentário sobre um estudo que demonstrou a eficácia dos chamados “Exergames” sobre as estereotipias do autismo. Agora sabemos que ensinar técnicas de artes marciais para crianças com ASD por um longo período de tempo pode diminuir de modo duradouro os seus comportamentos estereotipados. O que não sabemos é se há algo particular no treino em artes marciais que o torne superior a outras atividades. Além disso, a prática de atividade física não prescinde outras intervenções que objetivem melhorar as dificuldade sociocomunicativas das pessoas com autismo.

Fonte: http://pqinfantil.blogspot.com.br/2012/05/artes-marciais-para-autismo.html

Os médicos disseram que esse bebê não conseguiria viver mais que uma semana. 14 anos depois, ela está viva e bem

“Ela é tão pequena, ela é feroz”.

É assim que Helena descreve Hermia no sonho da noite de verão de Shakespeare, mas eu gostaria de dizer que também é Kenadie Jourdin Bromley, de 14 anos de idade.

Em 2003, Brianne Jourdin, de Ontário, Canadá, deu origem a Kenadie. Ela pesava apenas 2,5 libras e tinha apenas 11 centímetros de comprimento. Ela era tão pequena, de fato, que as enfermeiras a chamavam de “Thumbelina”. Para piorar as coisas, faltava parte de seu cérebro.

Os médicos disseram a Jourdin que sua filha poderia sobreviver.

(BarcroftTV/Screenshot)

Não sabendo até quando sua filha viveria, Jourdin levou Kenadie para ser batizada no dia em que ela nasceu.

“Era como um luto”, disse Jourdin à Barcroft TV. “A idéia de toda a vida que você imaginou para o seu filho de repente foi tirada”.

No entanto, Kenadie passou pelos primeiros dias, provando os médicos errados.

(BarcroftTV/Screenshot)
“Nós pensamos que ela iria morrer, porque é o que eles nos contaram”, disse Jourdin.“Então fomos capazes de viver apenas um dia de cada vez. Eventualmente, percebemos que nós apenas viveríamos todos os dias com nosso bebê “.

Aos 8 meses, ela foi diagnosticada com uma forma de nanismo primordial que afeta apenas cerca de 100 pessoas em todo o mundo. Esta condição pode causar fragilidade óssea, sintomas respiratórios, envelhecimento prematuro e outros sintomas. Ainda 14 anos depois, Kenadie ainda está viva e chutando!
“Ela é gentil de coração, ela é amorosa e quer compartilhar tudo com todos. Ela é decidida, determinada e independente “, disse a mãe.

(BarcroftTV/Screenshot)

Kenadie vai para uma escola normal com muitas crianças de sua idade. Ela é muito menor do que seus colegas de classe, do tamanho de uma criança de dois anos, mas ela consegue manter uma vida social ativa.

Ela sai com seus amigos para patinar no gelo e boliche. Seu desenvolvimento acadêmico é menor que seus colegas, mas ela está determinada a acompanhar seus amigos de classe. Sua mãe está incrivelmente orgulhosa dela e de todas as suas realizações.

“Isso me faz orgulhosa – me faz chorar – eu choro toda vez que ela está na pista de patinação. Tudo o que ela faz eu choro “, disse Jourdin. “Ela definitivamente provou que todos esses médicos estavam errados. Ela desafiou todas as probabilidades. Ela superou tantos obstáculos “.

A vida de Kenadie não é perfeita e certamente é maior que a maioria dos adolescentes. Uma das maiores preocupações é experimentar aneurismas. No entanto, Brianne e outros tornaram mais fácil.

(BarcroftTV/Screenshot)

“A maioria dos pais não imagina que seus filhos estão vivos, é uma realidade que provavelmente a perderemos”, admitiu Jourdin. “Você perde a respiração por um momento e é apenas a realidade. Estou falando sobre o que estou falando “.

Ainda assim, por enquanto, Kenadie é uma adolescente inteligente, capaz e descarada. Ela tem muitos amigos na escola e se dá bem com o irmão mais novo, Tyran, que defende Kenadie e afirma que ela é como todos os outros.

“Às vezes, se estivermos fora do parque, se alguém disser algo sobre ela, irei e digo:” E se você fosse assim? “ E se as pessoas fizeram isso com você? “Tyran disse à Barcroft TV.

(BarcroftTV/Screenshot)

Enquanto as lutas de Kenadie podem ter testado a fé de Jourdin tem algumas vezes,”Se pudermos cumprir hoje, então veremos amanhã!” Ela proclama.

Lute, Little Kenadie. Lute em frente.

 

Fonte: https://www.theepochtimes.com

Sobre nós:

 

Crianças Especiais é uma página no facebook sem fins lucrativos, que visa o compartilhamento e troca de informações sobre crianças especiais, como também, alegrar as famílias dessas crianças com lindos posts personalizados.

Com a ampliação das mídias sociais, estamos expandindo a nossa visibilidade fazendo parte de quase todas as mídias sociais, porém, nossa prioridade é e será a nossa página no Facebook.

 

Sobre nosso trabalho:

Tudo começou quando as autoras se conheceram no grupo do facebook chamado Mães e Filhos, onde a Márcia é  administradora e a Leticia colaborava com o grupo escrevendo sobre os direitos das crianças e adolescentes especiais.

No início de 2015 a Márcia teve a ideia de criar a página Crianças Especiais, e com a ajuda da Leticia elas criaram a página em 02/09/2015. A Márcia iniciou a página divulgando informações, matérias sobre o mundo especial, porém, muitos pais solicitavam que fossem criados post com fotos dos seus filhos. E com isso a página foi crescendo…

Sobre as administradoras:

Márcia, mãe em tempo integral do Rodrigo, portador da Síndrome de Rubstein Taybe, com grande atuação nas redes sociais de mães, principalmente especiais. A Márcia além de idealizadora/criadora da página é responsável pela área operacional e de relacionamento da página.

Leticia, advogada, com experiência de mais de 20 anos na defesa dos direitos de crianças e adolescentes e em advocacy, com MBA em gestão empresarial. A Leticia é responsável pelas áreas de gestão administrativa, de parcerias e legal.

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