Síndrome de Down não é doença!

Com a chegada do Dia Internacional da Síndrome de Down comemorado no próximo 21 de março, vale a pena falarmos sobre esse assunto.
A data foi escolhida especialmente pela quantida de material cromossômico. As pessoas que possuem a síndrome em vez de 2 cromossomos 21, elas possuem 3. (21/3)
Pela desinformação por parte da população, muitas pessoas acham que a síndrome de Down é uma doença. Informações totalmente incorreta. Sindrome de Down é uma alteração genética no DNA, diferente de uma doença que necessita de uma cura.
Falar que uma pessoa é portadora, ou colocar nomes ou apelidos a síndrome pode ser visto com maus olhos pelas famílias, sempre tome cuidado, pois uma criança com síndrome de Doew é igual a qualquer outra criança e deve ser tratada como tal. Independentemente da dificuldade intelectual de uma criança com síndrome de Down, ela tem suas qualidades e condições de ter uma vida totalmente normal.
As características físicas de uma pessoa com síndrome de Down são:
– Cabelos: Finos e lisos.
-Pés: Separação grande entre primeiro e o segundo dedo.
-Boca: Céu da boca mais encurvado com menor número de dentes, pode até acontecer de colocar a língua para fora.
-Cabeça: Achatada na parte traseira.
-Nariz: Pequeno e achatado.
-Pescoço: Contém muita gordura na parte da nuca.
-Hipotonia muscular.
-Olhos puxados.
-Orelhas pequenas, e se encontram abaixo da linha dos olhos.
-Mãos com linha única, maior dobra do quinto dedo.
A questão da alimentação de crianças com síndrome de Down
Vale a pena destacar esse ponto, pois é devidamente necessário uma alimentação de qualidade para estas crianças, devido a hipotonia que deixa os músculos moles e perda da sua força muscular, podendo assim levar a um atraso constante no desenvolvimento motor comparado ao padrão normal, isso leva em conta a muitos órgãos como o intestino que sua variação em pessoas com síndrome é menor e força reduzida na digestão de alimentos, com isso, a pessoa gasta menos energia e absorve bastante, por isso, é muito evidente presenciar crianças a terem uma tendência maior à prisão de ventre e ao excesso de peso.
As terapias como melhor aliado
Terapia ocupacional, fonoaudiologia, fisioterapia e pediatria, todos são muito importantes para maior desenvolvimento no processo de autopercepção da síndrome, o que facilita na autonomia, visão, tato, olfato, por meio de brincadeiras, práticas que explorem os sentidos sensoriais, música e um englobamento de atividades diárias.
Há apenas 20 anos atrás, a educação inclusiva já era aplicada em muitas escolas públicas e privadas, a independência e mercado de trabalho para estas pessoas com síndrome de Down, é possível sim, apesar de alguns pais acharem que seus filhos com síndrome de down não ter ideias equivocadas e achar que eles não têm capacidade de se preparar para o futuro, como ter uma vida estudantil e de também trabalharem, mas depende exclusivamente da vocação, das oportunidades e vontade própria, nessa questão de empregabilidade, a empresa vai tratar esta pessoa com síndrome como qualquer outro funcionário, terá que cumprir horários e ter responsabilidade, mas é um ambiente totalmente acessível para qualquer pessoa com síndrome de Down, basta manter o foco e autonomia.
Nessa data, vale a pena chamarmos a atenção para a causa.
Deixe-nos saber o que você achou, porque sua opinião é muito importante para nós.
Fonte: Revista Pais e Filhos
Imagem: reprodução Instagram Nick – autorizado pela família